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Meu perfil BRASIL, Sul, NOVA PRATA, Centro, Homem, de 15 a 19 anos, Música, Bebidas e vinhos, Locuragem Violentassa ICQ - 116145612 |

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Bueno acho que bueno, to aqui de novo pra manter atualizadissima a minha área de descarrego de besteiras que minha cabeça produz diariamente.
Nesse final de semana, por ter sido páscoa revi muitas pessoas que eu raramente vejo durante o ano e me ocorreu várias vezes um problema, ou não chega a ser um problema, mas é uma situação que eu acho muito chata por nunca saber o que fazer. A cena é eu encontro uma pessoa que eu não falo faz tempo e começo a conversar, papo vai papo vem se aproxima outra pessoa que eu não vejo faz tempo e que eu não posso perder a oportunidade de saber como ta, bater um papo, fazer a moral de amigo (hehehehe) e coisa e tal, ae fica a pergunta: O que eu faço?
Sempre me passa pela cabeça, como se fosse o show do milhão, as possibilidades que eu tenho, geralmente vem assim:
a) Cumprimento rapidamente a pessoa 2 e continuo meu papo com a pessoa 1 sem dar muita importência para pessoa 2 e esperar ela seguir seu caminho;
b) Pedir pra pessoa 1 esperar um pouco e ficar conversando com a pessoa 2 até que a um invente uma desculpa e saia de fininho ou que a propria 2 ache que está incomodando e se retire;
c) Apresentar uma pessoa para a outra e conversar um pouco com cada tentando achar um assunto comum para uma conversa a 3 (que quase nunca é a 3 porque cada uma das pessoas geralmente ta acompanhada por alguma outra);
d) Cumprimentar pessoa 2, falar um pouco e depois dizer pras duas que preciso ir no banheiro ou outra desculpa qualquer e sair de fininho sem falar com nenhuma;
e) ver qual das duas é mais querida/simpatica/inteligente/bonita/gostosa/fácil... e isolar a outra dizendo que é um prazer vê-la e que outra hora conversamos.
Essas opções são o preço que se paga por ser uma pessoa simpática (nosssssa um monte) e para tentar não deixar mal nenhuma pessoa ali parada, perdida ou algo assim, coisa que eu odeio quando acontece comigo. Se alguém souber alguma outra saída plausível eu aceito a sugestão.
Hoje eu estava pensando que eu ainda não arrumei minhas coisas desde que voltei do FSM, porque sei q tem muito material pra ler, muita gente pra lembrar e entrar em contato, muita coisa pra organizar/botar fora e foi pensando em fazer isso amanhã eu lembrei que finalmente eu consegui algumas fotos que tiraram de mim (a maioria delas, ou pra falar a verdade de todas que tem, eu não lembro de ter batido nenhuma) mas ae vão elas com um pouco de atraso:
Dia da chegada no FSM, foto viagem no Anfiteatro Pôr do Sol!
Tarasconi enlouquecido em uma festa que estava horrível por só ter homens (até se ligar e sair por ser uma festa gay)
Olha o estado do guri no final da noite.
Tarasconi trabalhando (!?!) no Yomango, a arte de 'descomprar', que é uma maneira de não dizer a palavra roubar (clique aqui para ler sobre ou espere um post futuro onde eu irei explicar melhor o que é).
E finalmente eu vou postar aqui 2 fotos pra comprovar coisas que muita gente duvidou quando eu falei, então, mato a cobra e mostro o pau:
Sim a história do sequestro era verdadeira.
Sim, eu já tive algo que podia ser chamado de banda (artitchoky rock 2003).
Agradeço a quem me mandou, bateu ou scaneou essas fotos pra mim e já fico por aqui também esperando a chegada aos 5 mil acessos prevista para esse post e os comentários de quem tiver paciência para ler.
Forte Abraço